Rebeldiões Futebol Society

 

     Os domingos de 2004 não eram tão completos quando Rodolfo Groetaers teve a idéia de fundar um time de pelada. Idéia inocente e despretensiosa, que teve em Renan Brandão apoio imediato. A proposta inicial era reunir amigos peladeiros de Jacarepaguá sob um mesmo uniforme para enfrentar equipes do bairro e de outras partes do Rio de Janeiro. No princípio laranja (fruto de uma distribuição em massa de camisas do Estácio de Sá Futebol Clube, filho da conhecida universidade), não demorou até que o verde e o branco se tornassem as cores oficiais do Rebeldiões. Sim, esse foi o nome escolhido para o recém-formado time de pelada. Um neologismo, já que até então essa palavra não constava no dicionário.

 

                           

 

                               

 

     Na verdade, o nome Rebeldiões derivou da composição musical de Rodolfo Groetaers intitulada “Rebeldião”. Apesar de nunca ter se tornado um hit, tem inegável importância para a história do clube, simplesmente por ter servido de inspiração para batizá-lo. Por idéia do próprio Rodolfo, o alviverde de Jacarepaguá tem por mascote um jacaré.
 
                                    
 
 
     Aos poucos, a equipe que no início não primava por resultados expressivos foi ganhando corpo e respeito de seus adversários. Entre idas e vindas de integrantes, uma base foi formada desde a fundação, em 19 julho de 2004, e começou a levantar taças. A primeira delas foi a Fair Play, ainda em 2004, que o Rebeldiões também conquistaria em 2006. Além delas, o alviverde conquistou as taças Pré-Carnaval e Verão Carioca (ambas em 2006), o 4º Torneio da Serra (2007) e o Torneio Início (2008). Outros resultados expressivos foram a terceira colocação de 2006 e 2007 na Superliga, promovida pela Liga Desportiva, e da Copa Celta 2008.

 

                   

                      

 

     Entre os fundadores da equipe, cinco se fazem presentes entre os integrantes até hoje. São eles Rodolfo Groetaers (Rodogooll), Renan Brandão (Renas), Leonardo Esteves (Rato), Renato Plácido (Renato Baiano) e Bruno Ramos (Pudim). O primeiro da lista chegou a deixar a equipe em 2007, mas retornou em menos de um ano.
 
     Além dos fundadores, o Rebeldiões hoje se orgulha de ser uma família graças ao comprometimento de quem chegou depois, mas nem por isso é menos devoto à equipe. O volante/ zagueiro Ricardo Richter, o Gaúcho, por exemplo, traz em um dos pés a inscrição “Jesus está comigo”, consagrada como primeiro verso do grito de guerra alviverde. Os restantes são “Comigo Jesus está/ Eu vim aqui pra vencer/ Eu vim aqui pra ganhar/ Amém!/ Rebeldiões!”. Criado pelo arqueiro Adonae Fernandes, mais conhecido como Baianinho, tais versos são entoados antes de cada partida por toda a equipe e se tornaram um elo de ligação da família rebelde.

 

                     

              

 

     O Rebeldiões já teve três presidentes. O primeiro deles foi Rodolfo, que ocupou o posto entre a fundação, em 2004, e 2006; em 2007, a função ficou a cargo de Renas, que em 2008 deu lugar a Leonardo Mamed (Leo Raça), que até os dias atuais se orgulha de ter sido o primeiro e único agraciado com o posto oficial de capitão da equipe.

 

                                                                                                               

 

     Completam a família rebelde, além dos citados ao longo desse breve histórico, o goleiro Rodrigo (Drama), os zagueiros Alessandro Silva (Negão), Vinicius Azevedo (Vini) e Luiz Eduardo (Doug), o volante Brenno Victor (Saci), os meias Orlando Poncio (Poncio) – responsável pela administração e atualização do fotolog da equipe (www.rebeldioes.fotoflog.com.br), João Gabriel (Biel), Fabio Bilouro (Fabio) – atualmente disputando a segunda divisão do campeonato colombiano de futebol profissional – e Emiliano Santos (Emiliano), além do atacante Thiago Fragoso (Thiago).

 

             
                 

  

 

 

 

 

 

 


Contador

  • 16.954 visitas

%d blogueiros gostam disto: