Arquivo para janeiro \23\+00:00 2009

MAIS UMA DO COLUNISTA QUE ADORARIA SER CHAMADO DE JEAN PIERRE!

* Mais uma vez gostaria de salientar que essas afrontas a maravilhosa língua portuguesa, descritas abaixo, são de inteira responsabilidade do idealizador  desta coluna.

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Olá meu povo!!!! Começo a coluna de hoje de uma forma inusitada. Foleando os jornais após a derrota do Rebeldiões para o Rola a Bola, me deparei com uma enquete que tive que trazer para vocês:

 

Corre o boato que o presidente Léo Raça fará uma proposta extraordinária para o técnico Douguerley Luxemburgo assumir o comando técnico do Rebeldiões. Se isso acontecer o que Pudim se tornará?

 

A) Pudim irá virar contrabandista de Donuts.

B) Fundará a torcida “Comida Rebelde”.

C) Se tornará auxiliar-técnico para aprender as malícias de Douguerley.

D) Fara terapia com Capitão Nascimento para ser mais disciplinador e incisivo nas suas ordens.

E) Não fará nada, afinal Pudim é um gentleman, dentro e fora de campo.

F) Colocará o Biel para tentar virar o jogo no desespero!

 

O pessoal está destilando o veneno. Danadinhos!!

 

Por falar em torcedor, um benemérito do Rebeldiões afirmou ter conversado recentemente com Gordo, fundador da Manguaça Rebelde. Afastado de seu cargo há um bom tempo, Gordo estaria pensando em retomar as atividades. Entre os projetos do cartola está fundar a GRES Unidos dos Rebedliões. O compositor da escola será Renan Brandão, a musa Lacraia e o carnavalesco Douguerley Espermam. (Tentador o convite!!! Vou pensar no caso).

 

Segue o martírio de Renan no Rebeldiões. O jogador está num mato sem cachorro. No último domingo seu “amigo” Thiago Barriga explanou o teor de uma conversa telefônica que teve com o pinel. Renan perguntou para o “Rich” do Rebeldiões se era melhor mandar um sms ou ligar para amada, que já não atende nenhuma de suas ligações. Estranho para que tinha um sorriso nos lábios há tão pouco tempo. A diretoria do clube deve contratar um psicólogo para trazer Renan de volta à terra.

 

O duble de atacante Thiago Barriga foi motivo de orgulho para o Rebeldiões na última semana. O rapazote entrou para o Guiness, o livro dos recordes. Thiago é o dono da corrida mais lenta da terra. Ele consegue dar uma passada a cada 10 segundos, o que será motivo de estudo de alguns cientistas em Havard. Segundo Thiago a pratica requer muito esforço. A dieta do jogador para chegar a esse status inclui carré, baião de dois, pernil, entre outras comidas pouco calóricas.

 

O menino prodígio Biel deve ser afastado do elenco do Rebeldiões. O pivete teria sido visto em uma noitada, na Barra da Tijuca, na compania de dois travestis fomosas internacionalmente, cujo os codinomes são Maraia e Dementieva. A diretoria do clube receberá a fita da camera de segurança do 155 para saber que horas Biel chegou em casa no sábado. A contar pelo estado que o atleta compareceu no último domingo ao Rio Sport Center, as cameras não devem pegar nada, já que Biel pareceu ter ido jogar minutos após finalizar suas peripércias sexuais. Segundo informações obtidas por fontes sigilosas, Bielzinho só faltou dormir pendurado na grade da quadra central do RSC.

 

Até a próxima coluna, galera!

DERROTA: SABOR AMARGO E RUIM DE ENGOLIR!

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        Enquanto teve “perna”, o time do Rebeldiões foi valente e conseguiu jogar de igual para igual contra a forte equipe do Rola Bola. No segundo tempo, as forças alviverdes acabaram e a equipe adversária conseguiu vencer pelo elástico placar de 9×3. A derrota foi feia pela quantidade de gols sofridos, mas os desfalques e os excessos das festas de fim de ano que ainda pesam em alguns craques rebeldes, foram determinantes para a goleada.

        O jogo começou com o Rebeldiões saindo na frente. 1×0 gol do camisa 10, Biel, após esperta roubada de bola. Bem entrosada, a equipe do Rola Bola trocava passes com perfeição esperando a hora de empatar, enquanto os rebeldes tentavam ampliar nos contra-ataques. De tanto insistir, a equipe rubro-amarela conseguiu virar o jogo após duas excelentes tabelas seguidas de potentes chutes, 2×1. Sem desanimar, o alviverde conseguiu o empate ainda na primeira etapa após bom passe de Léo Rato na direita para Ponzio, que chutou de primeira para igualar o marcador, 2×2.

        Cansado, o time do Rebeldiões voltou para a segunda etapa tentando se poupar em campo e buscar a vitória na sua melhor arma: o contra-ataque. Por outro lado, o Rola Bola aproveitou o maior número de jogadores reservas e envolvia os rebeldes nas rápidas trocas de passes.

        Quando conseguiu fazer 4×2, o Rola Bola foi se aproveitando da desorganização tática do Rebeldiões e mesmo logo após sofrer o terceiro gol alviverde, marcado de cabeça pelo presidente Léo Raça, não teve dificuldades para construir a goleada. Extenuados em campo, os jogadores rebeldes não encontravam forças para reagir após os gols do adversário.

        Fim de jogo, 9×3 para o Rola Bola. Resultado elástico, fora do normal para o Rebeldiões, porém, justo diante da superioridade física do adversário e dos desfalques alviverdes. Ambas as equipes abusaram de perder gols. Principalmente os rebeldes que acabaram castigados.

        Segundo a diretoria rebelde, o resultado do jogo não vai mudar em nada o planejamento estabelecido para a disputa do Campeonato Carioca, contra a equipe do Real no dia 1 de Fevereiro, em Niterói. De acordo com o presidente Léo Raça, o mais importante nesse momento é dar ritmo de jogo aos atletas e realizar amistosos contra equipes do primeiro escalão do society carioca.

          E o último teste do Rebeldiões, antes da estréia, será contra a equipe do Cajaca, no próximo Domingo.

APÓS AS FÉRIAS EM IBIZA, ELE VOLTOU!

*Sempre lembrando aos fiéis leitores do site do Rebeldiões, que os erros de ortografia e de coesão são de inteira responsabilidade do idealizador desta coluna.

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Fala galera! Eu sei que vocês estavam com saudades, mas precisava de umas férias, afinal, ninguém é de ferro, né minha gente?!

 

Infelizmente hoje terei que gastar todo meu espaço para falar sobre uma história que comoveu todos os cidadãos de Ilha Grande. Esta história envolve um membro do Rebeldiões: o menino Renan.

 

Renan era um garoto cabeçudo, alegre e serelepe, até esta fatídica viajem para Ilha Grande. Dia 31 de dezembro. Ah! dia 31 de dezembro. Oh! dia 31 de dezembro. Esta data jamais será esquecida por este cidadão. Era para ser uma viajem de alegria. Tudo caminhava bem. Renan foi dirigindo escutando “desliga e vem” e “gamei” do grupo de pagode “Exaltasamba” para “animar-se” e se manter acordado até a cidadezinha remota de Mangaratiba. Alegre, ele previa um ano novo de sucesso, mas Renan não sabia o que o esperava.

 

Vocês conhecem a Lei de Murphy? Renan conhece muito bem. O revés do meliante começou logo em sua chegada ao camping, o Alfa Camping. (Renan se você estiver lendo esse relato se acalme, já passou). Assim que adentrou no que seria o seu “purgatório na terra”, Renan descobriu que teria que dividir a barraca com nada mais, nada menos, do que Rodogordo, ou Rodogool, este mesmo que você está pensando, o ex-atacante, ex-peladeiro e agora sparring de lutadores de Kick Boxing. Renan pensou: “agora estou fudido!”. Não Renan. Você ainda não viu do terço a metade. Isso foi só a cabecinha da pica que iria arrombar sua vida.

 

Tudo bem até aí, Renan tomou seu banho cantarolando “Patati Patatá” e “Superfantástico Amigo” relembrando os tempos em que andava dando cambalhotas nas ruas de Jacarepaguá. As piruetas aconteciam devido à inclinação de sua cabeça. Ela pendia para frente fazendo o garotinho dar uma de Diego Hipólito a cada passo. Renan vestiu suas melhores roupas, colocou suas sandálias, olhou no espelho e falou: “hoje é seu dia de sorte garotão”. Não Renan! Não tenha tanto otimismo. Pense Renan!!!. Não vá para rua nesse dia!!!!. Desculpem amigos… Ainda me pego torcendo para que ele desista dessa aventura.

 

Caminhando pelas ruas da cidade, Renan mal podia parar seus olhos em um ponto fixo. Vendo tantos rabos de saia passando o menino se empolgo e exclamou: “Iupi! Hoje papai vai se dar bem!!!”. Ledo engano. Após horas parado e nenhuma tentativa bem-sucedida, Renan resolveu voltar pela sua barraca. É agora amigos. É chegada a hora mais crítica desse relato. Preparem-se para cada emoção, cada palavra deste que vos escreve. Começa aqui a derrocada de um homem. Renan chega a sua barraca querendo esquecer mais uma das tantas noites de sua vida de derrota e fracasso quando avista Rodolfo. Com um sorriso de “orelha a orelha”, Rodogordo conta-lhe sobre suas peripécias sexuais e faz a seguinte pergunta: “e você Renan? Pegou alguém nesta linda noite enluarada de Ilha Grande”. Renan engole o ar e responde com a sinceridade que lhe é peculiar: “Glub! Não amigo. Não tentei nada”. Rodogool aproveita-se da ingenuidade de seu amigo para caçoar de sua deficiência para com as mulheres. São horas de agonia. Renan é um turbilhão de pensamentos. Ele não sabe se chora. Ele não sabe se volta pra rua para tentar ficar com a dingona que dorme na praça. Por fim, Renan se acovarda. E no alto de sua covardia imagina que vive uma linda história de amor.

 

Nessa história, daquelas que só Don Casmurro ou Eça de Queiros, muito chapados de licor e maconha, conseguem escrever, Renan conhece uma menina que acabou de terminar um namoro, e acredita que ela o quer para o resto de sua vida, isto, logo assim que eles terminam de trocar olhares pela primeira vez. O cabeçudo acha que ela vai largar todos os seus compromissos de mulher solteira para entregar-se a paixão. Não se sabe se Renan fez uso de substancias ilícitas, mas ele realmente acreditou estar num conto de fadas. Após ouvir mais meio milhão de gozações, enfim, Renan pega no sono. Pesadelos rondam sua cabeça. Vozes tiram-lhe o sono. Renan começa a ouvir o doce sussurrar de uma donzela que diz: Renan venha para mim! Renan venha para mim! Meu garanhão! Venha meu Leão do Norte!”. Tomado pelo delírio Renan decide: “voltarei para ti amada. Ouvirei a voz que fala ao meu coração. Me espere grande amor!”

 

No dia seguinte Renan só tem um pensamento na cabeça. Cumprir a promessa que fez por telepatia à sua amada. Todos se preparam para o primeiro dia de praia em Ilha Grande. Renan sabe que este será seu último passeio. Seus amigos se divertem, mas Renan não vê mais graça no paraíso. Renan não vê graça em uma praia bela, límpida e cristalina, banhada por um intenso sol, cheia de peixes coloridos. Ele vê graça no mais esperado acontecimento do ano: o show do “Exaltasamba”, que acontecerá na Fundição, situada na Lapa, lugar lindo, com as paredes banhadas a urina e um cheiro de fezes que só deus sabe. Esse sim é um belo lugar. Mulheres com cabelo alisado, com creme na cabeça. Isso sim faz sentido para Renan. Para que um lugar paradisíaco como Ilha Grande se você pode estar embaixo dos arcos da Lapa escutando canções entusiásticas como todas as do “Exaltasamba” (Nada contra vocês amigos do “Exalta”. Mas suas canções só não são mais deprimentes do que “Beijinho doce” de Donatela e Flora). Renan não tinha olhos para as mulheres. Ele se irritava a cada tentativa de aproximação. Renan só tinha olhos para a “pseudo” Virgem Maria que o esperava no Rio de Janeiro.

 

No caminho de volta, no barco, Renan faz a confissão aos amigos: irá voltar para casa. Nada traria sua alegria de volta. Ele já tinha visto muitas garotas seminuas para conseguir alegrar-se novamente. Interpelado por todos, obviamente indignados com sua decisão, Renan conta porque tem certeza do que fará. Ele diz por que acredita nesse amor. Renan explana que ao beijar sua amada viu que ela tinha um sorriso nos lábios. Não Renan!!!! Não se engane mais uma vez amigo!! Assim eu não vou agüentar!!! Esse sorriso é pelo fato de ela ter descoberto que você tem a língua presa!!! Não se iluda bravo amigo! Mas Renan se iludiu. Sua corrida desesperada para casa será análise de estudos para todas as futuras gerações. Abaixo segue o relato de uma jovem que estava no Alfa Camping nesta fatídica tarde do dia 1º de janeiro.

 

“Vi um menino com as pernas peludas e com a cabeça grande passando como um raio por minha barraca. Ele passou de sunga preta. Pegou algumas coisas e saiu correndo. Será que alguém da família dele morreu? Estou preocupada. Se souberem de alguma notícia me contem, por favor. A propósito, ele deixou essa pasta de dente e este rolo de papel higiênico cair no chão. Vocês podem entregar? Provavelmente ele já se cagou”, R.D.F. (A pessoa preferiu não se identificar com medo da reação de Renan).

Este foi o último relato da aparição do menino Renan. Reza a lenda, contada por pescadores parrudos e truculentos de Ilha Grande, que o inocente Renan foi seduzido por uma sereia, e mergulhou nas profundas águas que banham a bela ilha. Os nativos contam que se você chegar, no calar da madrugada, nas margens do oceano, e se concentrar, olhando bem no horizonte, escutará uma voz ao fundo que diz:

Renaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnn!!!!

MELHORES DE 2008!

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        O Rebeldiões também elegeu os melhores da temporada 2008. Numa premiação organizada na casa do treinador Pudim, o presidente Léo Raça presenteou os vencedores e destaques alviverdes do ano passado. A partir de amanhã vocês irão conhecer os Destaques de 2008 do Rebeldiões Futebol Society.

        Ainda essa semana, o site alviverde terá o retorno do colunista que adooooooora uma “picadura” de mosquito. Ele mesmo, Douguerley Éspermam. E ele promete um retorno em grande estilo.

Já está pronto o especial “Dossiê Renan”. Um resumo detalhado do que foi o reveillon mais zerado da vida do camisa 7, Renas Maravilha. Aguardem!

QUE 2009 SEJA ALVIVERDE!

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        Após 20 dias parado para as festas de fim de ano, o Rebeldiões começou 2009 com vitória. Num amistoso realizado sob forte calor, a equipe alviverde derrotou o Solaris por 4×1 no campo da academia Rio Sport Center. Os gols rebeldes foram marcados por Renas Maravilha, Emiliano, Ponzio e um gol contra.

        A partida foi disputada e decidida na maior disposição da equipe alviverde que soube aproveitar o maior volume de jogo na segunda etapa. Destaque para o “goleiro” Vini, que supriu com eficiência o titular Fernando; Léo Rato e sua distribuição de chapéus nos adversários; Emiliano que marcou o seu após retornar da licença paternidade; e as novas chuteiras dos rebeldes Léo Raça, Doug, Negão, Renato.

        O jogo também serviu para testar o novo posicionamento do ex-zagueiro, agora atacante, Gaúcho. Mesmo tendo feito bem o pivô em alguns lances e chutado uma bola no travessão, sua atuação foi comprometida por uma lesão no joelho esquerdo sofrida no início da partida.

         Agora, restam apenas dois Domingos para o treinador Pudim de Leite “azeitar” a máquina rebelde e deixá-la afiada para a disputa do Campeonato Carioca, em Fevereiro.


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