Arquivo para abril \30\+00:00 2008

Tarde Infeliz !!!

 

TARDE INFELIZ

 

Não foi uma tarde muito feliz para o time do Rebeldiões. Mais uma vez pecando pelo lado emocional e sofrendo gols por desatenção coletiva, o time alviverde foi superado pelo forte time do Galáticos por 4×1.

 

O primeiro tempo ficou marcado pela boa marcação exercida por ambas as equipes. A primeira chance clara de gol partiu do time rebelde. Após cobrança de lateral, o camisa 12, Poncio, acertou um bom chute de perna esquerda obrigando o goleiro galáctico a praticar grande defesa. Após esse lance, a comissão técnica do time azul resolver pedir o primeiro tempo técnico, esfriando as ações do time alviverde.

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A partir daí, o time do Galáticos equilibrou as ações da partida e começou a ter mais posse de bola. E, depois de um passe errado da defesa do Rebeldiões, o atacante galático chutou de primeira no canto esquerdo do goleiro Drama que nada pôde fazer. O gol abalou a equipe alviverde que vinha, até então, exercendo boa marcação sob os valores individuais do time do Galáticos.

 

Num contra-ataque do time azul, o zagueiro Renato Sorriso foi obrigado a fazer uma falta dura em cima do adversário. O lance resultou num cartão amarelo e na punição de dois minutos fora de campo para o zagueiro rebelde. Na cobrança da falta, Drama fez excelente defesa. Mas, numa pane generalizada da retaguarda do Rebeldiões, o mesmo atacante que fez o primeiro gol, subiu sozinho e marcou o segundo.

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Com 2×0 contra, o treinador Pudim Ramos resolveu intervir e pedir um tempo técnico para tentar “chacoalhar” os jogadores alviverdes. Mas, a primeira etapa terminou mesmo com vitória galática.

 

Na volta do intervalo, o Rebeldiões voltou disposto a igualar o placar a qualquer custo. O zagueiro Doug Funny quase diminuiu a vantagem azul num chute de fora da área. Com mais posse de bola, a equipe rebelde seguia pressionando. E num passe em profundidade, o meio-campo Emilliano foi derrubado na entrada da área. Diante dos pedidos de expulsão ou punição por cartão azul, por parte do time do Rebeldiões, o juiz resolveu punir o defensor galático apenas com o cartão amarelo.

 

Com um jogador a mais, os rebeldes finalmente acharam o seu gol. Numa cobrança rápida de falta na intermediária, o meio-campo Poncio colocou a bola no canto esquerdo do goleiro do Galáticos, 2×1. Inflamado pelo gol, o Rebeldiões buscou de todos as formas empatar a partida. Mas, com todos os méritos, o arqueiro azul fazia grande partida.

 

Em um lance fortuito, perto da área rebelde, o árbitro assinalou falta do meio-campo Emilliano sob o atacante do Galáticos. Alegando agressão, o juiz puniu o jogador rebelde com o cartão azul.

 

Inconformado, o jogador do Rebeldiões tentou explicar o lance: – Eu fui agredido primeiro. O atacante deles passou o jogo todo dando cotoveladas na gente. Eu apenas revidei a uma agressão. Se for pra expulsar, tem que expulsar os dois. – disse Emilliano na saída para os vestiários.

 

Abalado psicologicamente, e com um a menos em campo, o Rebeldiões assimilou o golpe e tomou o terceiro gol na cobrança de falta. Com poucas forças para buscar uma reação, o time rebelde ainda acertou um bom chute com o meia Poncio. Mais uma vez, o goleiro do Galáticos parou o ataque alviverde. No fim do jogo, após uma roubada de bola, o meio campo galático ainda fez um bonito gol dando números finais a uma partida bem disputada.

 

A vitória do time azul foi justa, mas o placar de 4×1 não condiz com o futebol apresentado pelas equipes. Agora, para o Rebeldiões, resta esfriar a cabeça e decidir a classificação num jogo de “vida ou morte” contra a equipe do Riviera.

 

Campeonato Brasileiro – Etapa Ouro Branco – MG

  

 

 

 

 

 

O SONHO
No último feriado prolongado, o Rebeldiões FS deixou para trás suas famílias, cursos, empregos, amigos, namoradas (Elas principalmente) e partiu em busca de um antigo sonho: Desbravar terras e tornar o manto alviverde o mais conhecido possível em território nacional. Para isso, encarou uma viagem de, aproximadamente, seis horas para viver o sonho de ser o único representante do Rio de Janeiro na primeira etapa do Circuito Nacional 2008, organizado pela Confederação Brasileira de Futebol Sete Society. A competição, que foi disputada na cidade mineira de Ouro Branco, e que contava com a participação de times dos estados de São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais, dava ao campeão a vaga na etapa final, mais conhecida como o Campeonato Brasileiro de Clubes.

A diretoria rebelde, ciente da responsabilidade, não mediu esforços para proporcionar ao elenco a melhor infraestrutura possível. Com o meio-campo Léo Rato a frente do departamento logístico do Rebeldiões, foi disponibilizada uma Van com motorista para transportar os craques alviverdes com todo conforto e segurança até o interior mineiro. A equipe alviverde partiu ás 20:30 de sexta-feira rumo a Ouro Branco com a motivação elevada e confiante em fazer uma boa campanha. Mesmo sabendo do risco de algum integrante ter de mudar o seu estado civil após o Campeonato.

Durante a viagem, foi passado ao elenco um filme que contava a história de superação de um time de futebol americano para motivar, ainda mais, os jogadores. O presidente Léo Raça lembrou a todos da importância de cada jogador se doar ao máximo para representar da melhor maneira possível as tradições do clube.

Após duas paradas para a alimentação dos jogadores e do atacante Thiago Ronaldinho, o Rebeldiões chegou ao Hotel para começar a disputa do Circuito Nacional 2008.  Graças ao empenho e esforço do atacante e presidente da Liga Desportiva, Rodolfo Groetars, não faltou conforto no hotel que hospedou a delegação alviverde. E depois que o presidente Léo Raça determinou a divisão dos quartos, sobrou para o meio-campo Poncio dormir no mesmo quarto que o metrossexual Doug Funny e o conquistador de cabritas, Fernandinho Baiano.

O relógio apontava quase 4h da madrugada quando, enfim, os jogadores do Rebeldiões conseguiram dormir. Era o primeiro descanso antes de um Sábado que iria proporcionar inúmeras emoções ao time rebelde.

 

A ESTRÉIA

            Sob a batuta do presidente Léo Raça, que foi em cada quarto da concentração acordar os jogadores pontualmente as 07h30min, o elenco rebelde fartou-se de um belo café da manhã. O camisa 9, Thiago Ronaldinho, demonstrou enorme potencial e devorou belas guloseimas matutinas. Com todos os jogadores bem alimentados, a “VanRebelde” partiu rumo ao estádio do Serra Verde para a partida de estréia contra a Seleção da cidade de Ouro Branco-MG.

            As imediações do estádio em nada lembravam o clima de uma cidade pacata. Inúmeros moradores foram acompanhar a estréia do time local contra o único representante do Rio de Janeiro na competição.

            Quando a partida começou, quem sentiu na pele o fator “torcida” foi o zagueiro Doug Funny. Antes mesmo de tocar na bola, o camisa 77 já era hostilizado pela torcida adversária que, aos gritos de “Careca”, não parava de implicar com o defensor alviverde. Para se ter uma idéia do “carinho” da torcida mineira com Doug, a torcida aplaudiu de pé o treinador Pudim Ramos quando este substituiu Funny no meio da primeira etapa.

            Sentindo o cansaço da viagem e da noite mal dormida, o Rebeldiões começou a partida jogando no erro do adversário. Enquanto o time de Ouro Branco partia com tudo, o alviverde carioca tentava encaixar suas jogadas através de contra-ataques. Mas, de tanto insistir, o time da casa conseguiu abrir o placar. Logo em seguida, abriu 2×0 desnorteando o time do rebelde e inflamando a torcida.

            Temendo tomar uma goleada, o time do Rebeldiões foi pra cima. E, no fim final da primeira etapa, conseguiu descontar através de uma desatenção da retaguarda do time de Ouro Branco. Melhor para o camisa 12, Poncio, que não bobeou e encheu o pé para diminuir a vantagem dos donos da casa.

            Confiante em voltar para a segunda etapa e mudar a história do jogo, o Rebeldiões começou mais arrojado. Mas, num contra-ataque, o centroavante do time local fez excelente jogada e aumentou a vantagem para 3×1.

            A partir daí, o “caldo” rebelde derramou e o cansaço da equipe bateu de vez. Com exceção do camisa 7 Renas Maravilha, que jogou improvisado na defesa e fez uma grande partida, e do goleiro Drama, todo o time do Rebeldiões sentiu o campo pesado, o sol escaldante e o cansaço da viagem. E a seleção de Ouro Branco, que não tinha nada a ver com isso, se aproveitou das circunstâncias e encaixou o seu jogo.

            O camisa 9, um bom jogador, fazia a parede para os meias que vinham de trás e saiam cara a cara com o arqueiro rebelde. Quando este não era desarmado por Renas Maravilha, conseguia ar belos passes para os companheiros. Foi assim que o time da casa foi ampliando o placar até chegar ao ponto da partida estar 6×1. No fim, com o elenco rebelde esgotado, Thiago Ronaldinho provou a todos que não perdeu o faro de gol nos Estados Unidos e conseguiu descontar na sua volta ao time do Rebeldiões. Placar final 6×2 para o time da casa que contava com jogadores de outros distritos próximos a Ouro branco.

            Não foi a estréia que todos esperavam, mas o time do Rebeldiões sentiu muito a diferença do gramado sintético para o natural, o cansaço da viagem, a noite mal dormida, a torcida contra, os desfalques na zaga e o clima abafado da cidade mineira. Talvez, sem esses fatores negativos, o time alviverde também fosse derrotado pela seleção de Ouro Branco. Mas, com certeza, a partida teria sido mais igual.

           

REFLEXÃO

Passada a derrota, o Rebeldiões voltou ao hotel para descansar e refletir sobre a derrota para que os erros da manhã não se repetissem na parte da tarde. Alguns, como o presidente Léo Raça, não conseguiram digerir a derrota e procuraram se isolar nos quartos até a hora do almoço.

Após todos tomarem banho, o almoço foi servido e o clima de paz voltou a figurar na delegação alviverde. Com os atacantes Thiago Ronaldinho e Rodogoool demonstrando enorme potencial na hora de servir um belo prato, o foco para a partida das 17h horas foi se reestabelecendo.

Após a tarde de sono para alguns, e campeonato de Winning Eleven para outros, a hora da partida decisiva contra o time do Cosmos-BH chegou. Todos entraram na “RebelVan” dispostos a dar a vida em campo para sair com a vitória. O resultado positivo era de suma importância para ambas as equipes sonharem com a classificação para a próxima fase. Como Rebeldiões e Cosmos foram derrotados na primeira rodada, um resultado negativo reduziria ao máximo a pretensão de ambos no Circuito Nacional.

 

NOITE ÉPICA 

Quando chegou ao estádio do Serra Verde, uma surpresa. Enquanto alguns jogadores assistiam a partida entre Laranja Mecânica x Ouro Branco, Renas Maravilha avistou o irmão gêmeo do zagueiro rebelde, Renato Dentada Baiano. Isso mesmo! Encontramos o irmão desaparecido do beque alviverde. Após a foto com a camisa do Rebeldiões, o clone de Renato desejou boa sorte ao time alviverde e disse que ficaria na torcida por uma vitória rebelde. Mal sabia os jogadores que esse apoio não ficaria restrito a um só torcedor.

Ao entrar em campo, o alviverde de Jacarepaguá se deparou com a boa equipe do Cosmos-BH, que possuía um bonito uniforme tricolor nas cores do Fortaleza-CE. Tomando as rédeas da partida, o Rebeldiões pressionou o tricolor mineiro até encontrar o seu gol, marcado por Léo Rato. Em seguida, o Cosmos-BH perdeu dois gols incríveis. O que evidenciava que a sorte estava do lado alviverde.

Após o treinador Pudim Ramos ser forçado a mexer no sistema defensivo, substituindo Renas e Brenno Saci por excesso de faltas, o Rebeldiões ficou muito exposto e acabou sofrendo a virada, 2×1. Depois de um pedido de tempo providencial, pedido pelo técnico rebelde, Rodogool entrou esperto e empatou o jogo num bonito toque de primeira, aproveitando lateral cobrado pelo camisa 10, Biel.

Com a partida bastante disputada e com ambas as equipes demonstrando grande técnica, venceria que tivesse mais vontade, mais coração. E, num lance casual, quase que o time rebelde desmorona. Após uma intervenção na área alviverde, o goleiro Drama bate com a cabeça no chão e permanece por alguns segundos sem conseguir levantar. Com a chegada da ambulância e a aparente gravidade do seu arqueiro, o técnico Pudim Ramos temeu pelo lado psicológico dos jogadores.

Mas, com a melhora de Drama e sua substituição pelo polivalente Fernandinho Baianinho, os jogadores do Rebeldiões voltaram a campo para tentar a vitória. Depois de algumas defesas de Fernandinho, o titular Drama, demonstrando enorme superação, voltou a defender a meta rebelde até o fim.

Após o susto, a partida reiniciou normalmente. E, com um gol para cada lado, o placar apontava igualdade em 3×3 quando o time do Rebeldiões partiu com tudo para a vitória. O cabeça-de-área Brenno Saci desempatou o jogo para o time rebelde aproveitado uma bobeada dos zagueiros do time do Cosmos e o camisa 12, Poncio, aproveitando assistência do capitão Léo Raça, aumentou o placar para 5×3 a favor do Rebeldiões.

A partir daí, a torcida local que estava o tempo todo torcendo contra o alviverde de Jacarepaguá, passou a incentivar os jogadores rebeldes a cada disputa de bola e a cada marcação do juiz a favor do adversário.

No entanto, mesmo com a vantagem no Placar, o Rebeldiões recuou e teve dois jogadores punidos seguidamente com o cartão amarelo. Biel, que fazia partida brilhante, e Brenno Saci tiveram que ficar de fora por dois minutos devido à advertência. Nesse tempo, o time do Cosmos partiu para o “tudo ou nada” e conseguiu encurralar o time  rebelde na defesa até empatar a partida em 5 a 5.

O duelo prosseguiu e começou a adquirir contornos dramáticos quando o excelente atacante do Cosmos pegou uma bola quase perdida na linha de fundo, driblou o defensor rebelde e chutou para sensacional defesa do goleiro Drama. A bola ainda bateu na trave e voltou nos braços do guarda-metas rebelde que defendeu no mais puro reflexo.

Faltando segundos para o fim do jogo, e após desperdiçar duas chances claras de gol, o Rebeldiões chegou à vitória épica.  O time do Cosmos-BH cometeu a oitava falta coletiva o que resultou num pênalti para o aguerrido alviverde.

Léo Rato, demonstrando uma personalidade monstruosa colocou a bola debaixo do braço e foi para a cobrança. Com os jogadores no banco de reservas do Rebeldiões ajoelhados, Rato foi para a cobrança e mandou bola para um canto e o goleiro para o outro decretando a vitória histórica do time rebelde.

Após o apito do juiz, os jogadores rebeldes, emocionados com a grande vitória, choravam e vibravam com a garra e a determinação demonstradas em campo. Até a torcida local, antes desconfiada da capacidade do time do Rebeldiões, aplaudiu os jogadores pelo belo espetáculo oferecido. E também ao time do Cosmos-BH, que tem um grande time, um excelente atacante e em nenhum momento entregou-se em campo.

            Após o jogo, os jogadores rebeldes comemoraram muito a vitória, tomaram uns Chopps num boteco local e foram exaustos descansar para a última partida da primeira fase.

 

FORÇA PAULISTA   

            Com poucas chances de classificação, por causa do negativo saldo de gols, o Rebeldiões entrou em campo querendo aprontar mais uma de suas peripécias pra cima do Campeão Brasileiro de 2006, o time paulista do Laranja Mecânica.

            Precisando vencer por três gols de diferença, e tendo de torcer pela derrota do selecionado de Ouro Branco para o lanterna Cosmos-BH, o Rebeldiões não conseguiu encaixar seu jogo.

            Nitidamente levando vantagem, principalmente no aspecto físico, o time paulista não encontrou dificuldades para fazer o placar de 3×0 ainda no primeiro tempo. Para piorar a situação rebelde, a revelação na zaga, Renas Maravilha, torceu o pé esquerdo e teve de deixar a partida. Ainda no primeiro tempo, Léo Rato conseguiu diminuir a vantagem do Laranja Mecânica para 3×1.

            No segundo tempo o avantajado porte físico dos seus jogadores de frente, fez com que o time paulista apresentasse um bom futebol e marcasse mais dois gols na frágil e despreparada fisicamente equipe do Rebeldiões. Após alguns gols perdidos e uma bola na trave, o time alviverde viu o monstro Drama parar a equipe do Laranja e o placar terminar em 5×1.

            Com o terceiro lugar no grupo e a eliminação, coube ao time alviverde ouvir várias palavras de elogio e incentivo de vários jogadores experientes e de equipes de ponta do society nacional.

 

O APRENDIZADO

            Independente dos resultados conquistados no Circuito Nacional, o time do Rebeldiões voltou mais amadurecido, unido e certo de que o seu futebol em nada deve aos demais times que conquistaram o torneio. É claro que o time alviverde carece um melhor preparo físico, e isso ficou nítido em comparação as equipes adversárias.

            Porém, mais importante do que a classificação ou o título, foi a garra, a vontade e a determinação demonstrada por cada integrante do Rebeldiões Futebol Society nesse sonho que se tornou a disputa em Ouro Branco. Nunca em nossas vidas, vamos conseguir esquecer a vitória épica sobre a equipe do Cosmos, no Sábado a noite. Cada jogador dando a vida em campo, correndo até o último fôlego, derramando a última gota de suor e vibrando como nunca a cada gol alviverde.

            A partir de agora, o grupo de amigos do time rebelde vai se esforçar ainda mais para conquistar a Taça Jacarepaguá. Com certeza, as vitórias e os títulos virão. As derrotas, também. Mas, nada vai abalar a união e o espírito de amizade do grupo de jogadores que foi consolidada nessa viagem.

            Aos futuros adversários, alguns conseguirão ganhar desse time de amigos. Mas, ninguém vai conseguir acabar com a amizade e com a determinação que cada um sente em vestir o manto alviverde do Rebeldiões Futebol Society!

 

ATENCIOSAMENTE

 Diretoria Rebeldiões FS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

REBELDIÕES NEWS.

Vitória no alçapão inimigo!

 

Como preparação para a estréia na Taça Jacarepaguá, o Rebeldiões venceu a equipe do Phoenix por 3×1, Sábado à noite. O jogo foi marcado no campo do adversário, na Taquara.

 

A partida teve custo zero para o time alviverde e, como diz o ditado, “Cavalo dado não se olha os dentes”. Sendo assim, o Rebeldiões teve que enfrentar as irregularidades do campo de terra do condomínio dos Prazeres, a numerosa torcida adversária e a falta de um juiz mais isento.

 

Os rebeldes foram recebidos com certa hostilidade por alguns torcedores mirins da equipe do Phoenix. A time alviverde era vaiado a cada toque de bola e o zagueiro metrossexual, Doug Funny, teve de ouvir alguns gritos de “Careca! Careca”. Brincadeiras à parte, o Rebeldiões foi muito bem recebido pela equipe do Phoenix e foi um jogo muito bem disputado.

 

A partida começou com forte marcação de ambas as equipes e com a equipe local com maior posse de bola. Com o passar do tempo, o time rebelde foi se adaptando ao campo e conseguiu equilibrar as ações.

 

O jogo também marcou a volta do atacante Renas Maravilha. E foi justamente o “Cabeça” que abriu o marcador, após uma roubada de bola e bela assistência de Rodogoll. Com o placar a favor do Rebeldiões, o time do Phoenix passou a exercer forte pressão que não resultou em gol graças às sensacionais intervenções do arqueiro rebelde Drama, que foi disparado o melhor em campo.

 

No 2º tempo, o Rebeldiões conseguiu ampliar o marcador através do camisa 10 Biel, após bela assistência do cabeça-de-área Brenno Saci. O time da casa, que a essa altura já não contava mais com o apoio da torcida, começou a pressionar de forma desorganizada. E num lance fortuito, o meio campo do Phoenix conseguiu vencer o goleiro Drama num chute que contou com o desvio da zaga rebelde.

 

Mas logo após o time da casa descontar, o Rebeldiões jogou uma “ducha de água fria” na torcida do Phoenix. Após longo lançamento de Drama, o meio-campo Poncio fez o terceiro gol aproveitando falha do zagueiro. O camisa 12 foi comemorar com os suplentes subindo pelos alambrados da “Vila Belmiro” da Taquara. O gol abalou o time da casa que não teve mais forças para tentar uma reação.

 

A diretoria do Rebeldiões gostaria de agradecer a equipe do Phoenix pelo convite para disputar esse amistoso e pela hospitalidade oferecida aos membros da equipe alviverde.

 

 

 

 

Estréia com pé direito.

 

Finalmente o Rebeldiões estreou na Taça Jacarepaguá. E a vitória sobre o Canela por 11×6 foi muito importante para a caminhada alviverde rumo as oitavas-de-finais.

 

Mesmo jogando abaixo das expectativas, o que podemos atribuir ao nervosismo da estréia, os rebeldes superam diversos fatores adversos e conquistaram os seus primeiro três pontos no campeonato.

 

A partida começou um pouco sonolenta, com ambas as equipes estudando a melhor maneira de chegar a área adversária. O forte calor que assolava o Pau-Ferro na tarde de Domingo, contribuiu para o começo pouco animador do jogo.

 

Ainda no 1º tempo, o Rebeldiões abriu 2×0 no placar com gols do meio-campo Léo Rato e do atacante Rodogoll. Após falta dura do jogador do Canela, que resultou na punição de um cartão amarelo e, conseqüentemente, a ausência por dois minutos, os rebeldes se aproveitaram da vantagem numérica e fizeram o terceiro gol com Renas Maravilha. Mas, o jogo que parecia fácil se tornou complicado por causa de uma desatenção coletiva do Rebeldiões. Faltando segundos para acabar o primeiro tempo, o Canela aproveitou a bobeira do time alviverde e fez um gol antes do apito do árbitro.

 

Na volta do intervalo, o cansaço dos times contribuiu para um jogo aberto e cheio de gols. O canela chegou a encostar no placar em 3×2 e 6×5, após uma áspera discussão entre alguns jogadores do time rebelde. Felizmente, a situação foi contornada com o pedido de tempo técnico do treinador Pudim Ramos.

 

Após essa “folga forçada” o Rebeldiões voltou aos trilhos e consolidou a vitória com o placar de 11×6. Com destaques para Emilliano, Léo Raça, Renas Maravilha e Rodogol que fizeram dois gols cada.

 

Não foi o futebol esperado pela presidência, comissão técnica, jogadores e, principalmente, torcedores do time rebelde. Mas a vitória foi muito importante para tirar o peso da estréia das costas dos jogadores e pro time ganhar mais confiança para as próximas rodadas.

 

No próximo Domingo, o Rebeldiões vai entrar em campo para enfrentar a forte equipe do Riviera. As equipes estão empatadas com três pontos na tabela do Grupo B, com vantagem para o Rebeldiões que possui um jogo a menos.

 

Enfim, o peso da estréia passou e a vitória do Rebeldiões foi de extrema importância para as pretensões alviverdes na Taça Jacarepaguá. Com o passar dos jogos, todos esperam que o futebol rebelde brilhe e possa encantar a todos com belas jogadas, dribles e muitos gols.

 

 

 

Léo Raça é 100!

 

Hoje, na estréia do Rebeldiões na Taça Jacarepaguá contra a equipe do Canela, foi batida uma importante marca individual. O presidente e capitão Léo Raça completou 100 jogos vestindo o manto alviverde.

 

Após o drama de 2007, quando no início do ano o “capita” sofreu um sério acidente de moto, ele mostrou muita garra e determinação na sua recuperação física para dar a volta por cima e retornar aos gramados.

 

Em 2008, Léo Raça é o artilheiro do Rebeldiões com a incrível média de 1 gol por partida (23 gols em 23 jogos).

 

Parabéns, Capita!

 

Que você complete 200, 300, 1000 jogos com o manto do Rebeldiões sempre balançando as redes adversárias e administrando o nosso querido clube alviverde com seriedade e comprometimento.

 

Rebeldiões Futebol Society

 

 

 

 

 

 

Rebeldiões Futebol Society

” Jesus está comigo
Comigo Jesus está
Eu vim aqui para vencer
Eu vim aqui para ganhar
Amém! Rebeldiões!”

Sempre que esse grito de guerra ecoar, é sinal que o Rebeldiões Futebol Society está presente. Fundado em 19 de julho de 2004, somos um clube unido pela amizade e pelo amor ao futebol.

” MAIS UNIDOS QUE NÓS ? NUNCA SERÃO !!! “


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